gosto disto | contamimando


Há tanto tempo que vos queria contar sobre este projecto de uma das pessoas mais queridas que conheço, a Inês. Que, sem saber como, já preencheu tanto da minha vida e que conseguiu num longo dia de Hospital Santa Maria, em que o silêncio do final de dia se fazia ouvir mais um bebé doente a fazer 1 ano sem conseguir dormir e uma mãe tão exausta, fazer-nos sorrir, bater palmas e relaxar como já há nove dias não fazíamos. A Inês, não só criou o Contamimando de que vos vou falar, mas conta histórias de embalar ás crianças internadas no HSM... e naquele dia, calhou-nos a nós e foi tão bom ter uma tia para nos adormecer... aos dois.





Conheço a Inês há uns anos através do A que a conheceu na Oficina Colectiva onde a Inês faz "horas do conto" a quem quiser ouvir, os manos crescidos já não vão tantas vezes mas o babyv não tarda começa a ir e ouvir quem uma vez o embalou. 

A Contamimando é o projecto de uma arquitecta de profissão e contadora de histórias por paixão!

Com a maternidade nasceu a vontade de contar ainda mais histórias e nós agradecemos. Tem por base  duas vertentes: a mediação do livro, através de tapetes narrativos (concebidos e costurados pela própria Inês) e outros recursos, e a educação pela arte, através de visitas dinamizadas em núcleo expositivo.


Contamimando | facebook

É maravilho ver os pequenos mundos que a Inês constrói, ou costura, num tapete narrativo e a delícia das crianças ao ver a história tornar-se quase real ali à frente delas. Uma sensação de vida e energia única.

A Contamimando tem parcerias com imensas editoras e livrarias que cedem os seus espaços para a receber. Também tem parcerias com escolas para que todos a fiquem a conhecer, visitem a sua página no facebook para não perderem pitada e nenhuma história!!


oficina colectiva | rua poço dos negros 58 | facebook 
 

só porque amo este chão

where to eat | café boavida


Hoje saí de casa, não em direcção ao Café boa-vida, mas a outro, desculpem mas é verdade, mas o que eu gosto de surpresas boas! Fazemos isto várias vezes por mês, até por semana, sair de casa rumo um pequeno-almoço daqueles que se puder envolve, três horas de conversa fiada, cusquices, trabalho, queixas dos maridos, dos filhos também que somos mães mas não de ferro, croissants, panquecas e se der um excelente café... se não houver este último, tudo bem, mas assim que puser os pés fora dali, entro no primeiro que vir!



Mas lá está, íamos a um sítio, não gostámos e num pequeno passeio pelas ruas do lado voilá encontrámos um cafézinho, vazio (como eu adoro), onde já foi um atelier onde comprei uma mochila e tudo! um espaço com mezzanine, cores claras e calmas, aquele tom de verde água faz-me logo entrar em modo zen, croissants no balcão, garrafinha de água com dois copos entregues logo assim que nos sentámos, porque é que não fazem todos isto?! e um sorriso para nos receber.


Não foi preciso muito para sabermos que tenhamos chegado onde queríamos estar.

O brunch propriamente dito é só ao fim-de-semana, pormenor esse que me stressa ligeiramente, porque é exactamente ao fim de semana que eu não venho a estes sítios, tenho miúdos para gerir e parques e festas de anos para onde ir, quero brunch à quinta-feira, com calma e o burburinho da cidade a trabalhar... não havendo brunch há peças para o compor.

Pedi: torrada + croissant + cappuccino + iogurte com granola PERFEITO!



Foi bom, tudo bom, da conversa ao iogurte com granola, banana e flores onde me apeteceu logo mergulhar. Das mesas que foram enchendo cheias de mulheres, cada mesa com uma língua, a nossa a mais portuguesa. Da sensação tranquila que senti em estar ali ao conforto daquela espuma do cappuccino. Porque se o cappuccino e o croissant forem bons, eu volto é certo! E com esta taça cheia de cor, podem ter a certeza que sou capaz de lá viver durante uns tempos!

café boa-vida | rua poço dos negros, 119 . lisboa | instagram 


carnaval é só hoje, please


Enquanto miúda adorei o carnaval, o colégio tinha o dia do carnaval, não havia aulas, as salas tinha as mesas logo encostadas à parede, cadeiras colocada em modo festa de miúdos, levávamos coisas para um lanche colectivo na sala, cada professora tratava da música, havia desfile de salas, ninguém queria o intervalo porque estar na sala era bem mais divertido do que tentar jogar futebol com vestido de dama de companhia (top máscara nos anos 80) ou polícia, ou preso (havia muitos...) e abelha ou borboleta. Eu fui dois anos seguidos Rainha da Flores, com um fato todo feito pela minha mãe e eu não queria outra coisa, também fui madeirense, minhota, e nos Estados Unidos bruxa!No colégio a partir do 5º ano, não nos podíamos mascarar, e enquanto durante esse ano acho que até chorei... a partir daí comecei a odiar o carnaval. 

Quando saí do colégio então nem se fala, odiava mesmo...
Quando voltei da minha "volta ao mundo" já com filhos voltei a gostar, mas só nos miúdos, de facto no carnaval pode-se tudo, ver miúdos mascarados de animais, maus da fita, tem a sua graça. E é para eles claramente... sofro de vergonha alheia quando vejo adultos mascarados ou vejo os carnavais cheios de samba nas ruas de portugal gelado, semi-nus! mudo de canal sou incapaz de entender... enfim.

Os manso estão há anos em modo Star Wars, sabem tudo mas não sabem muito. Só falam disso e o Canaval tem sido bastante previsível. Este ano decidi não gastar dinheiro em fatos já feitos porque custam um balúrdio e deixam de servir logo, eles crescem com o sol e isto não tarda não dá para tamanhos de criança. Comprei tudo no Mega Chinês de Alfragide, com um fato de treino de base que dá imenso jeito para a ginástica, capa de drácula e máscara/capacete de um soldado parecido com o Darth Vader... bora la!



Já o babyv teve direito e máscara como prenda de anos, um mini Spiderman com body e gorro da loja Disney, parece que estava em saldos ;) Ficou um querido, não percebeu nada do que se passava e depois de cinco ou quinze fotografias arrancou o gorro e adormeceu da canseira que é salvar o mundo! Já desde os 4 anos dos manos que não via um spiderman aqui em casa e até soube bem ver cores que não preto! A ver quanto dura isto de ser dos bons, e passar aos maus da fita! 

Assim já gosto disto!



diy | coroas com nome


Faltava este diy da Festa da Floresta do Vasco. Pediram-me imenso onde tinha arranjado as coroas, mas na verdade são um simples do it yourself que criei com o que tinha à mão. Mesmo tendo todos estes materiais, sei que os encontram facilmente e já aí vamos.


Material:
. aros de madeira para bordar (com fecho) | at.home hobby
. corda | at.home hobby
. pinheirinho | mercado da ribeira
. avelãs e amêndoas (inteiras) | supermercado
. rodelinhas de madeira | at.home hobby
pistola de cola quente | flying tiger


 

Como fazer:
. separar o dinheirinho em ramos mais pequenos mas com "tronco" comprido
. atar os ramos ao aro com corda
. usar a cola quente para colar em cima da corda/aro (colar no pinheiro não vai dar, cola mas não segura)
. assegurar que com os frutos secos ou rodelinhas não se vê nem corda, nem ramos. atenção aos fios de cola que embora sejam difíceis de controlar, saiam bem e não são bonitos de se ver
. os aros agarram-se à parede com UHU PARAFIX (bostik para alguns) 
. as letras são feitas por media, podem ver aqui, na minha loja ;) podem ser vendidas separadamente!


Nota:
Para quem não está habituado a cola quente, atenção, fica mesmo quente!!




have a great week | 07.2018


gosto disto | nesquik


Quem não cresceu com Nesquik em casa? 
Não conheço um português que cresceu nos anos oitenta sem Nesquik em casa. 
Cá em casa há sempre, e embora os gémeos não repitam todos os dias o pequeno-almoço, adoram variar, não me deixam ficar sem que metem logo na lista das compras.

Esta nova versão ainda é melhor, tem menos 30% de açúcares e para dois manos gulosos, dá imenso jeito! Fonte de fibre e sem glúten para quem poderá perguntar. 



Eu tinha, e tenho, um tshirt linda da Nesquik, que tem mais que 50 anos... a Nesquik, não a minha tshirt, calma! Um dia mostro!


É que até eu mergulhava neste pacote!!


nesquik | facebook . site

gosto disto | nan 2 bio


O Vasco desde os dois meses que juntamente com leite materno, toma leite em pó, sempre NESTLÉ NAN, desde o 1 e hoje em dia o 2, começou com o OPTIPRO HA para criar mais defesas visto começado mais cedo do que se queria, para deixar o HA e usar o OPTIPRO apenas, tanto no 1 como no 2. Estamos na fase final do leite em pó, mas antes de  passar para o leite de vaca que dei aos manos aos 12 meses, e estando ele doente há tanto tempo prefiro esperar mas andava indecisa sobre como proceder, até que a Nestlé me trouxe até casa este novo NAN BIO 2... já não quero mudar tão rápido, prefiro manto-lo durante uns tempos assim com o NAN BIO 2, antes de tirar por completo o leite adaptado. Este é BIO! É inspirado na natureza... #emojicoraçãoverde



nestlé NAN BIO 2 | site | facebook | instagram 

Tem-se dado lindamente e é de confiança, não fosse eu já fã da marca NAN para o leite dos mais pequeninos. Tenho a sorte de não ter nenhum com alergias deste tipo e por isso tem sido fácil dar-lhes leite adaptado, mas tenho a certeza que se tiverem dúvidas também vos ajudam, visitem o site e têm tudo o que precisam saber, procurem o passarinho verde! 

baby v | ficas comigo?

hoje tomei a decisão.
hoje fomos ás urgências pela quarta vez contigo e eu tomei a decisão que estava a adiar tomar há uns tempos. desde o internamento que pensava nisso, a resposta na minha cabeça era sempre "não", a do meu coração era "não, mas..."

hoje, com o diagnóstico da quarta bronquiolite, esperando que não se desenvolva para lá disso, ouvi o eco das pessoas à minha volta a dizerem "não o mandes à creche!", "eu disse que ele não podia voltar à creche", "a creche só faz mal", "ele devia ficar em casa" concluindo com o som, e não sei porquê em inglês de uma voz que me diz "i told you so"

hoje tomei a decisão, vou ficar contigo em casa! tenho que te proteger de alguma maneira, sei que adoravas a tua sala, a tua Kikas e os teus amiguinhos, mas para o teu bem vais ficar em casa. quem sabe em setembro estás mais forte, mais pronto para o frio, mais pronto para as viroses, apesar de saber que as apanharás todas, prefiro assim. não te quero pesar o que esta decisão significa para mim, eu, que nunca nunca quis ficar em casa com os filhos, também não os tive para não os ver porque só penso no trabalho. esta decisão não surgiu naturalmente, mas a pediatra pediu-me, pediu com jeitinho, disse-me que é um risco grande que voltes a ser internado se em dois dias apanhas viroses... um dia pode não ser só viral e o internamento ainda está muito presente na minha memória. na tua também, vê-se quando te medem a febre, quando as enfermeiras te medem a saturação, quando tentam medir-te e quando aparecem de repente... estremeces, tens medo, queres-me a mim... então que assim seja. ficamos os dois em casa. no fundo farei o que fiz com os teus manos, fico contigo como fiquei com eles... para quê tanta pressa, temos tempo, temos uma família mais unida que nunca e temos possibilidades de parar e tomar decisões destas. somos mais do que um emprego! 

vais ter que ter paciência meu querido, porque eu acho que não fui feita para isto. 
vais ter que me ajudar, porque eu não sei se consigo. 
vais ter que me ensinar a acalmar, porque eu sou ansiosa.
...e promete-me que seremos uma equipa com força, esperança e muito mimo. 


há meses que não te escrevia uma carta, tens estado tão agarrado a mim, que tudo o que tenho para te dizer te digo na hora. tens sido bom, tranquilo, mas claro que doente ninguém aguenta. chora, faz birras, grita quando me vês passar, esperneia quando me queres... eu sei meu querido, tem sido tudo tão intenso ultimamente. não tenhas pressa... estou aqui, vou estar aqui, sempre....... e enquanto escrevo choro porque assusta-me mais ficar em casa do que te deixar numa escola... que horror, devo ser péssima mãe, devo ser um monstro quando preferia ver-te "longe" de mim em vez de aqui ao meu lado, mas juro que não é pela distância, é porque lá brincas, cantas, saltas, pulas, aprendes e convives... tenho medo de não ser "educadora de infância" o suficiente, caraças eu que odeio o canal panda, não consigo ouvir o nome ruca e fico com vergonha alheia quando vejo os caricas!!! 
não sei como vou encaixar a quantidade de trabalho que tenho no meio de te ensinar a andar, as cores, os números e já agora a tabuada que os teus manos já sabem de cor e dava-me imenso jeito não passar por isto de novo quando estiveres na 2ª classe, se aprenderes agora damos um salto e pêras! 

será que isto tudo era só uma preparação do que nós, os dois juntos, somos capazes? que assim seja... venha de lá esse resto de inverno, venha de lá a primavera, vamos ter um verão bom e encher os pulmões para outras fases, outras etapas, outra vida. 

hoje tomei a decisão, vou ficar em casa contigo. ou ficas tu comigo? che será, será!

diy | cake topper


Parece que foi um sucesso este bolo, não só na receita, mas como ficou, eu estou super orgulhosa e pelas mensagens que tenho recebido não fui a única a gostar. Mas e o cake topper, como fez? Perguntam, eu respondo!


Material:
. rodelas de maneirinha | at.home hobby
. carimbos | flying tiger
. pistola de cola quente | flying tiger
. raminhos | florista ou jardim perto de casa
. corda | at.home hobby



Como fazer:
. carimbar as rodelinhas de madeira
. colar as rodelinhas na corda com cola quente
. agarrar a corda em cada lado a um raminho
em cada raminho forrar as pontas que vai espetar no bolo com papel alumínio para que o ramo não fiquei em contacto directo com o bolo... a mim faz-me confusão...

Notas:
tive que colocar um raminho extra no meio do topper pelo peso das rodelinhas que na letra S começou a rodar do peso, mas isto só se nota depois quando já estiver no bolo, por isso quando forem apanhar ramos no jardim, não tragam só dois, tragam mais e logo veem como funciona melhor.